11/09/2010 06:04:00 PM
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by cuia de notícias
Isabela Procópio
Já nascemos em volta de mil e uma tecnologias, como exemplo, os brinquedos da marca “Fisher & Price” para bebês, com várias utilidades, criados nas mais avançadas e recentes tecnologias que oferecem melhor proteção e desenvolvimento dos sentidos.
Além disso, as crianças começam a assistir televisão desde muito cedo, por ser um dos modos que os pais conseguem fazer com que fiquem quietas. À medida que crescemos, as tecnologias são inseridas em nossas vidas sem percebermos e nos tornamos viciados.
Ela se tornou uma ferramenta de afirmação autônoma dos jovens no mundo e um meio de se lançarem no universo social, ainda que virtual, um lugar onde exercitam critérios de amizade e buscam padrões de comportamento.
Cada dia aumenta-se o número de pessoas que não conseguem viver sem o conforto e a comodidade que a tecnologia nos proporciona. Muitos gastam todo o dinheiro que possuem para ter os melhores aparelhos celulares, notebook’s e acesso à internet, enfim, tudo o que for de “última geração” e muitas vezes, é só por uma questão de status, de querer mostrar às pessoas, que ele é melhor, que possui objetos de última geração.
O Brasil está entre os três países com maior número de usuários do Orkut – site de relacionamento mundial. Segundo dados do próprio Orkut, dos 32 milhões de perfis cadastrados, 61,9% se declaram brasileiros. Entre janeiro e março de 2007, a Ipsos Marplan/EGM sondou jovens dos 13 aos 24 anos e constatou que 55% dos jovens de classes média e alta, dos 13 aos 17 anos concordam com a frase “não me imagino sem internet”.
A tecnologia pode e é utilizada de diversas formas e adaptada em todo o mundo dependendo de fatores culturais e sociais e não só da tecnologia em si.
11/09/2010 05:49:00 PM
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by cuia de notícias
Victor Sabino
E tudo começou em 1897, quando o primeiro filme brasileiro foi rodado, houve a época áurea, dos anos 50, as chanchadas da Atlântida e o
cinema novo de Glauber, da época em que as pessoas lotavam os cinemas, não para assistir filmes norte-americanos ou franceses, mas sim, filmes legitimamente brasileiros, com todo a malandragem e simpatia na tela que só os atores brasileiros tinham. Décadas depois, o cinema brasuca entrou em declínio, como fim da Embrafilme, no governo do Collor, a coisa foi para o buraco de vez. Para se ter uma ideia, em 1992, ano do presidente Fernando Henrique Cardoso, somente um filme foi feito (A Grande Arte, de Walter Salles), é... o negócio tava feio naquela época...
Mas aê... Tchanam! Em 1995, acontece a Retomada do Cinema brasileiro, agora sim o nosso cinema foi para frente! Com incentivos do governo, à partir dessa época surgiram filmes memoráveis (Cidade de Deus, Tropa de Elite, Carlota Joaquina: Princesa do Brasil, O Quatrilho e Central do Brasil, lembram?) que fizeram com que cada vez mais pessoas voltassem a lotar os cinemas como em outrora.
E hoje? Bom, hoje o negócio tá milionário! Tropa de Elite 2 já estão com mais de 6 milhões de expectadores, todos os anos filmes e mais filmes de ótima qualidade técnica e interpretativa são lançados, e poucos são os que vão direto para DVD.
Para posteridade? Uma briga de cachorro grande com “a gringa” e um Oscar, já seria de bom tamanho, não? Pois então, mão à obra e bom filme!
11/04/2010 04:03:00 PM
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by cuia de notícias
Alessandro Feitoza
No dia dos finados, aproximadamente meio milhão de pessoas foram aos cemitérios de Manaus, o trânsito nas localidades exigia muita paciência devido ao conglomerado de veículos e pessoas, apesar do esquema de trânsito elaborado pela prefeitura. Mas o que venho tratar aqui é sobre o comércio que se adentra nesta data deprimente, para mim e para muitas pessoas que deixaram de ter a presença de alguém muito querido em suas vidas. O que era pra ser um dia tranquilo, calmo de reflexão e lembranças, se torna um dia de grande oportunidade de vendas e lucro para o comércio ambulante o que torna o clima chato e inconveniente. Penso que o comércio neste dia é útil porque as pessoas não precisam ficar procurando lugares para comprar objetos para prestar homenagem e deixar o lugar mais bonito, mas acredito que o comércio deveria ser organizado e não uma festa como vemos com vendedores por toda parte vendendo se duvidar até suas queridas mães. Perguntei de uma pessoa o que ela achava do comércio no dia dos finados e ela me disse: “os vendedores não tem noção do que nós estamos passando, eles nos veem como uma árvore de dinheiro e tentam puxar nossas folhas”. Achei essa comparação até engraçada, mas nada de irreal. Ontem vi no jornal à noite, um vendedor “robert” todo orgulhoso por aparecer na tv fazendo promoção de velas em tom alto e descontraído para as pessoas que passavam por perto, eles, os vendedores são pessoas despreparadas para a ocasião, como disse não sou contra o comércio neste dia, mas a bagunça é demais. Vou me despedindo por aqui abraço à todos e até a próxima.